cabeça de doido?

“A loucura ou insânia é uma condição da mente humana caracterizada por pensamentos considerados ‘anormais’ pela sociedade. É resultado de doença mental, quando não é classificada como a própria doença. A verdadeira constatação da insanidade mental de um indivíduo só pode ser feita por especialistas em psiquiatria clínica. Em algumas visões sobre loucura, não quer dizer que a pessoa está doente de mente, mas pode simplesmente ser uma maneira diferente de ser julgado pela sociedade. Na visão da lei civil, a insanidade revoga obrigações legais e até atos cometidos contra a sociedade civil com diagnóstico prévio de psicólogos, julgados então como insanidade mental.

A loucura ou psicose como é chamada tecnicamente é quando se perde, ou diminui de forma importante, o contato com a realidade, ou seja, os conteúdos da mente prevalecem sobre a capacidade de incorporar a realidade. As principais características de uma pessoa “louca” são as alterações de pensamento – os delírios. É criar novas realidades, como dizer, por exemplo, que ë Napoleão, Quasímodo, ou mesmo Deus. Também pode criar várias personalidades ou mesmo criar um amigo imaginário. A loucura também afeta a percepção – as alucinações auditivas e visuais. Ouve ou vê coisas que não existem. A loucura é sempre muito impressionante, pois normalmente não entendemos o que está acontecendo, o comportamento da pessoa não tem uma lógica, mas nem sempre isto é sinal de gravidade. Quando se conhece bem a mente da pessoa todas as suas atitudes podem ser compreendidas, existe uma lógica intrínseca da loucura. Evidentemente não existem apenas casos graves de loucura, todos nós carregamos um pouco de loucura, são as nossas cismas, as nossas manias, as nossas paranóias. Se elas atrapalham a nossa vida de maneira importante, prejudicando o nosso rendimento profissional e a nossa capacidade de se relacionar, merecemos o rótulo de louco e devemos nos tratar. Se elas não atrapalham nossa vida de forma efetiva, classificamo-nos como neuróticos ou apenas de esquisitos e tocamos a vida. Se você ficou preocupado, cuidado você pode estar ficando louco. De verdade.”

Dizem que de médico e louco todo mundo tem um pouco. Eu não tenho nada de médico. Mas minha loucura é grande. E eu, com essa minha cabeça de doido, vou jogar aqui nesse blog algumas dessas loucuras. Se a cabeça do homem é o antro da perdição, então estou doido para mostrar as perdições dessa pobre cabeça infame. E como toda cabeça de louco, vem tudo fora de ordem. Sem qualquer sentido. Um turbilhão de tralhas que às vezes eu preciso jogar no lixo. Ou no blog.

Essa cabeça de doido não tem como objetivo ter milhares de acessos e ficar famosa na rede como muitos almejam. Não é interessante para o autor ficar escravo de sua cabeça de doido para satisfazer leitores curiosos e exigentes. Portanto, não esperem periodicidade regular.